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Você Está Caminhando Para A Irrelevância?

Há empresas que quebram. E há aquelas que continuam existindo, faturando e operando normalmente, mas que, quase sem perceber, começam a ficar para trás. É sobre esse segundo fenômeno que trata A Marcha da Irrelevânc[IA], meu novo livro.

A tese parte de uma distinção que considero fundamental para entender a transformação provocada pela inteligência artificial. Com isso, eu quero dizer que existe uma enorme diferença entre colocar IA dentro de uma empresa e reconstruir uma empresa ao redor da IA. Assim, adotar ferramentas, contratar plataformas e automatizar algumas tarefas pode aumentar a produtividade geral do seu time, mas não necessariamente preparar uma organização para uma mudança que começa a atingir seus processos, produtos, estruturas e até a maneira como decisões são tomadas. É o que classifico como a diferença entre o insert e o reset.

Ao longo do livro, essa travessia é organizada em dez imperativos, construídos a partir de histórias e situações que nasceram menos da teoria e mais das mesas onde empresas tomam decisões. Nestes ambientes, pude observar organizações que enxergaram o futuro, mas escolheram permanecer no presente; companhias obrigadas a se reconstruir diante de fatos brutais; e equipes que descobriram que avançar na fronteira da IA pode exigir muito menos recursos, e muito mais mudança, do que imaginavam.

No fundo, A Marcha da Irrelevânc[IA] não é exatamente um livro sobre inteligência artificial. É um livro sobre empresas em um mundo reorganizado por ela. E, também, sobre uma pergunta que provavelmente acompanhará muitos líderes nos próximos anos: quando a tecnologia muda as regras do jogo, até que ponto é possível continuar jogando com a mesma empresa?

Compre o livro na pré-venda e garanta seu lugar na palestra on-line A Marcha da Irrelevância, dia 14/10, às 20h. COMPRE POR AQUI.


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