O Nubank passou os últimos 13 anos provando que era possível reinventar a experiência bancária na América Latina. Agora, começa uma etapa mais ambiciosa: provar que esse modelo pode funcionar no mundo.
David Vélez e Cristina Junqueira deram um nome a essa nova fase: The Nu Era.
Aqui, mostramos como a trajetória do Nubank revela uma verdadeira cartilha de expansão. Primeiro, resolver um problema específico de forma extraordinária. Depois, ampliar produtos e aprofundar a relação com os clientes. Em seguida, atravessar fronteiras e testar o modelo em outros países. E, somente depois de construir escala, marca, tecnologia e rentabilidade, partir para uma ambição global.
Construir. Escalar. Globalizar.
A chegada aos Estados Unidos representa um novo capítulo dessa estratégia. Mas a transformação vai além de simplesmente entrar em mais um mercado. Com iniciativas como o Nu Global, o Nubank começa a construir uma infraestrutura financeira pensada para pessoas cuja vida, patrimônio e negócios já não cabem dentro das fronteiras de um único país.
Até agora, o Nubank levava seu modelo para novos mercados. Agora, começa a construir um modelo capaz de atravessar mercados.
E há uma dimensão dessa história que os números não mostram.
No evento de lançamento no Nu Stadium, em Miami, uma coisa chamou especialmente a atenção: mesmo depois de construir uma companhia com 140 milhões de clientes, David Vélez e Cristina Junqueira demonstravam o entusiasmo de quem parecia estar começando novamente.
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Talvez essa seja a principal lição da The Nu Era: crescer sem perder aquilo que tornou o crescimento possível.
Preservar a alma do Dia 1.
Porque grandes empresas não precisam apenas aprender a escalar. Em determinados momentos, precisam aprender a começar de novo.









