Fique de olho nessas fintechs em 2026
As fintechs são o “carro chefe” da disrupção no Brasil, desde os primórdios das startups que nasceram por aqui, lá por volta de 2010. Depois de 16 anos, muitas ficaram pelo caminho. As que venceram, tornaram-se referência.
Algumas já nasceram como fintechs. Outras foram geradas pelas necessidades da “nave-mãe”. Fato é que, em 2026, eu acredito muito no destaque dessas 6 empresas do setor financeiro, cada uma no seu pedaço.
> Nubank: 2026 deve ficar marcado como o ano em que o Nubank começou a operar nos Estados Unidos. E esse fator será um divisor de águas na história da companhia, que já tem 127 milhões de clientes na América Latina. O Nubank está no seu maior valor de mercado em toda a história.
> Ifood Pago: a fintech do iFood deve se tornar um “banco completo”. Ela será ainda melhor para os restaurantes, mas vai explorar a base de quase 70 milhões de clientes para também ser um banco pessoa física, conectando todo o ecossistema da Prosus: benefícios, viagens, e-commerce e mais.
> QI Tech: Muitas fintechs disputam a atenção do usuário final. Já a QI Tech opera nos bastidores como a infraestrutura que permite que empresas passem a oferecer serviços financeiros com alto nível de segurança, escala e robustez. É essa base que possibilita que marketplaces, apps e plataformas criem seus próprios produtos financeiros totalmente integrados ao seu ecossistema, sem depender de múltiplos fornecedores.
> PicPay: a fintech anunciou que fará IPO nos EUA. Esse movimento é interessante, porque colocará a empresa num novo patamar. Com dinheiro grande no caixa, a expansão dos serviços para outras áreas será óbvia. Receita crescente e lucro consistente a empresa provou que tem.
> Mercado Pago: se existe algo que pode tornar o Mercado Livre ainda maior é seu braço financeiro. Criado para capturar valor na transação entre comprador e vendedor, a fintech tornou-se peça chave, com mais de 70 milhões de usuários e uma gama de produtos financeiros invejável.
> Inter: em silêncio, o Inter fez o que muitas das principais fintechs estão fazendo: virou um banco completo, abriu operação nos EUA e patrocina time de futebol por lá. Desde que abriu capital, engatou uma trajetória crescente de valorização. Vai bem ao estilo mineiro, quietinho.
E você, acredita que outras fintechs brasileiras terão destaque em 2026?
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