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O que achei mais interessante no paralelo com o iPhone é que ele parece depender menos de a tecnologia estar "pronta" e mais de a lógica do mercado começar a mudar junto.

Quando volante e pedais deixam de ser necessários, o carro deixa de ser só um produto melhor e começa a funcionar mais como um serviço de mobilidade.

Para mim, é aí que a comparação ganha força: não tanto pela novidade técnica em si, mas pela mudança de categoria e de modelo.

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