IA no Magalu: referência global
O que o Frederico Trajano descreveu no seu perfil no Linkedin não é apenas um avanço tecnológico dentro do Magalu. É uma mudança de lógica. E é exatamente isso que separa empresas que “usam IA” daquelas que estão sendo redesenhadas por ela.
O manifesto deixa claro desde o início: a inteligência artificial não é mais diferencial, é competência básica. E isso muda tudo. Porque, no momento em que a tecnologia deixa de ser um projeto isolado e passa a ser distribuída na cultura, ela sai do PowerPoint e entra forte na operação. Não depende mais de uma área central. Não espera priorização. Não entra em fila. Ela acontece.
Os números que o Fred traz não são sobre adoção. São sobre capilaridade. Mais de 20 mil pessoas usando IA no dia a dia, centenas de iniciativas espalhadas pela companhia, dezenas já em produção. Isso não é um projeto piloto. Isso é sistema operacional em funcionamento.
E quando você conecta isso com os exemplos práticos, a história fica ainda mais clara. IA recuperando margem no financeiro, reduzindo perdas no estoque, automatizando atendimento, acelerando decisões em RH. Não são apostas futuras. São ganhos concretos, distribuídos em múltiplas frentes, ao mesmo tempo. É a empresa inteira sendo reprogramada.
Mas talvez o ponto mais relevante esteja em outra camada. O Magalu não está apenas usando IA para eficiência. Está usando IA para redefinir a experiência de consumo. O lançamento do WhatsApp da Lu é um sinal forte disso. Uma jornada completa, do início ao fim, conversacional, fluida, onde descoberta, decisão e compra acontecem no mesmo ambiente. Isso não é só atendimento. Isso é agentic commerce na prática.
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E não por acaso, esse movimento já ultrapassou o Brasil. O projeto virou referência global, reconhecido pela própria Meta como um dos cases mais avançados de uso do WhatsApp com IA no varejo. Isso coloca o Magalu em um lugar diferente. Não como seguidor, mas como um dos players que estão ajudando a definir o novo padrão.
No fim, o que o Magalu mostra é simples de entender, mas difícil de executar. IA não escala quando é centralizada. IA escala quando vira cultura. Quando cada colaborador entende que pode, deve e precisa usar. Quando a liderança não controla, mas direciona. Quando a tecnologia deixa de ser ferramenta e passa a ser linguagem.
E aí, não é mais sobre adotar IA. É sobre operar em um mundo onde quem não fizer isso simplesmente deixa de competir.



